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segunda-feira, 27 de julho de 2015

Museu de Pedreira sedia exposição em homenagem ao dia do escritor

 Exposição “Ecologia das Palavras” está em cartaz no Museu de Pedreira

A Academia Pedreirense de Letras em parceria com o Museu Histórico e da Porcelana de Pedreira realiza de 25 de julho a 30 de agosto a Exposição “Ecologia das Palavras”.
A exposição é uma homenagem ao dia do escritor, comemorado em 25 de julho, data essa que surgiu após a realização do I Festival do Escritor Brasileiro em 1960 e que nos oferece uma diversidade de autores que representam os mais variados gêneros, como Jorge Amado, Carlos Drummond de Andrade, Érico Veríssimo, Menotti del Picchia, Padre Antonio Vieira, Graciliano Ramos, Rubem Alves, Euclides da Cunha, Oswald de Andrade, Mário de Andrade, Rui Barbosa, Clarice Lispector, Machado de Assis, Millôr Fernandes, dentre outros.
Baseados em palavras referentes ao tema ecologia, os visitantes terão a oportunidade de criar suas produções literárias, que farão parte, após a seleção, do Varal Literário que ficará em cartaz durante a programação da 9ª Primavera dos Museus que acontece de 18 a 30 de setembro. 
A proposta visa a desenvolver o processo da aprendizagem, levando em consideração o processo da leitura e a produção textual em forma de crônicas, poemas, poesias, acrósticos, pois, sabemos que as palavras podem transformar o universo e a vida dos leitores, influenciando na vida pessoal e profissional das pessoas, pois todo escritor é como um professor que educa seus leitores para a vida, conclui Adílson Spagiari, Gestor, Curador e Supervisor Técnico.
O Museu Histórico e da Porcelana de Pedreira está localizado na Praça Cel. João Pedro, 102, centro, com funcionamento de segunda à sexta, das 8h às 12h e das 13h às 17h e aos sábados e domingos, das 9h às 12h e das 13h às 17h.


quinta-feira, 23 de julho de 2015

Exposição Memória 35: objeto testemunho é destaque no Passado e Presente da emissora SRTV

SRTV destaca o Jubileu de Coral do Museu Histórico de Pedreira

Na data em que o Museu Histórico de Pedreira comemorou seus 35 anos de fundação, 22 de julho, uma reportagem especial foi ao ar no quadro Passado e Presente - nossa gente, nossa história da emissora de televisão SRTV, que destacou em imagens de Luis Fernando Lazarini e reportagem de Juliana Lazarini e com apresentação do jornalista Sidenei Defendi a Exposição Memória 35: objeto testemunho que conta com curadoria do Gestor, Curador e Supervisor Técnico, Adílson Spagiari.
A exposição festeja o Jubileu de Coral do Museu Histórico, inaugurado há 35 anos pelo então prefeito Hygino Amadeu Bellix e organizado pelo Padre Antonio Toloi Stafuzza na antiga estação da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro de Pedreira e exibe 35 peças selecionadas do acervo histórico que retratam e simbolizam uma época, pois estão cheias de conteúdos, são portadoras de significados que adquirem um sentido quando colocadas em um contexto histórico e museológico e acompanham um processo de comunicação com os visitantes, ressalta Spagiari.
A exposição que foi inaugurada no dia 17 de julho pode ser conferida até 16 de agosto, de segunda à sexta, das 8h às 12h e das 13h às 17h e aos sábados e domingos, das 9h às 12h e das 13h às 17h na Praça Cel. João Pedro, 102, centro.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Museu de Pedreira no Passado e Presente - nossa história, da emissora de televisão SRTV

Passado e Presente destaca a história da casa que abriga o Museu de Pedreira

Com reportagem de Juliana Lazarini e imagens de Luis Fernando Lazarini e apresentação do jornalista Sidenei Defendi, foi ao ar ontem, 21 de julho e irá hoje, 22 de julho,na primeira edição do SRTV Notícias, no quadro Passado e Presente - nossa história, da emissora de televisão SRTV, localizada em Pedreira, uma reportagem especial sobre a história do antigo sobrado localizado no número 102 da Praça Cel. João Pedro, no centro histórico que marca os primórdios da vila de Pedreira.
Representando o Museu Histórico, o Gestor, Curador e Supervisor Técnico, Adílson Spagiari  relatou uma série de dados e informações, resultado de suas pesquisas, sobre os primeiros moradores, além das instituições que o local já abrigou até a chegada do acervo museológico nesse casarão histórico, pois representa um local que marca o início da vila de Pedreira no final do século XIX, construído por Manoel Joaquim da Silva Pinto, casado com Guilhermina Barreto, confeiteira, sendo que nessa época essa casa era um espaço privilegiado da cidade onde acontecia a recepção de autoridades, ficando a casa conhecida como o sobrado do Silva Pinto, visto que um de seus filhos, José da Silva Pinto, conhecido como Zeca Pinto foi farmacêutico e seu outro filho, Adolpho da Silva Pinto foi prefeito nomeado entre 1912 a 1917. Posteriormente foi residência do fazendeiro Clodomiro Franco de Andrade e abrigou várias entidades, tais como, Banco Segurança, Banco Popular e Agrícola de São Paulo, Rádio Clube (clube social), APAE, INSS, Fórum da Comarca, e residência do ex-prefeito Humberto Piva.
Atualmente a casa é ponto de referência que destaca um acervo constituído por fotografias, documentos, mobílias, peças da imigração italiana, de agricultura, ferrovia, comércio e indústria, educação, saúde, religião, cultura em geral, e o acervo de porcelanas, no piso superior que retrata a história do processo de fabricação da porcelana iniciado em 1911 pelos irmãos Rizzi tornando Pedreira conhecida como a “Capital da Porcelana”, além de que a própria arquitetura da casa se sobressai na paisagem urbana do centro histórico, que ainda possui outras construções relevantes, como a casa do fundador de Pedreira, a residência do primeiro padre, a Capela Bom Jesus, a antiga estação de trem, o antigo hotel, e o casarão que abriga a Prefeitura Municipal nas proximidades da praça, que recentemente ganhou novas cores aprovadas pelo prefeito Carlos Pollo, e se destaca no cenário.
O Museu Histórico e da Porcelana está localizado na Praça Cel. João Pedro, 102, com funcionamento de segunda a domingo.

Turistas estrangeiros aprovam identificação do acervo em três idiomas

Turistas estrangeiros aprovam identificação do acervo do Museu Histórico de Pedreira em três idiomas

Estamos em julho, mês de férias escolares e uma oportunidade na qual as agências de viagens oferecem seus pacotes turísticos incluindo os museus nos seus principais roteiros de passeios, formando grupos de turistas que desejam visitar e aprofundar seus conhecimentos.
Dessa maneira, desde 2013, o Gestor, Curador e Supervisor Técnico, Adílson Spagiari iniciou um trabalho de comunicação institucional com a identificação das peças do acervo museológico em três idiomas (português, inglês e espanhol), sendo naquela data da inauguração da iniciativa, os museus contaram com a visita de um grupo de haitianos que visitaram as unidades museológicas de Pedreira.
Dando continuidade a essa proposta, durante o mês de julho, no qual o Museu Histórico comemora 35 anos, além de contar com o lançamento do novo slogan “uma história para aprender e ser recontada”, a coleção de peças do consultório odontológico do Dr. Roberto Pazotto, coleção essa que ficou em 1º lugar em 2014 dentro do projeto “Qual a peça que você mais gostou?” no qual ao final da visita o público pode eleger a peça, já possui suas legendas em três idiomas.

Consultório odontológico que pertenceu ao Dr. Roberto Pazotto

No último dia 15 de julho, segundo Spagiari, recebemos visitantes da Nova Zelândia e do Paraguai, que de acordo com ele, os estrangeiros aprovaram a iniciativa da administração dos museus, visto que se trata de um modelo de comunicação que potencializa a disseminação das informações, exercendo e influenciando de maneira positiva os serviços oferecidos aos visitantes, pois adotando o modelo PPC (Pesquisa, Preservação e Comunicação) atingimos a intenção de informar e satisfazer o público vindo de outros países que tem o interesse de conhecer novas histórias e culturas.
Segundo dados levantados, nesse primeiro semestre, os museus de Pedreira já receberam visitantes estrangeiros provenientes dos Estados Unidos, Chile, Argentina, Nova Zelândia, Paraguai, Equador, Irlanda, Itália, Índia, Polônia, Japão, Suíça, Colômbia, Peru e Holanda e em 2014 registrou-se os que vieram da Colômbia, Peru, México, Estados Unidos, Finlândia, Argentina, Japão, Uruguai, Irlanda, Venezuela, África, Paraguai, Portugal, Alemanha, Equador, Austrália, Inglaterra, Espanha, Nova Zelândia, Itália, Holanda, Chile, Bolívia, Canadá, Bulgária, Marrocos e Polônia.

O Museu Histórico e da Porcelana de Pedreira está localizado na Praça Cel. João Pedro, 102, centro, com funcionamento de segunda à sexta, das 8h às 12h e das 13h às 17h e aos sábados e domingos, das 9h às 12h e das 13h às 17h.

Museu Histórico comemora hoje, 22 de julho, 35 anos

Museu Histórico de Pedreira comemora hoje, 22 de julho, 35 anos

Em comemoração à data festiva de 22 de julho, data que marca os 35 anos do Museu Histórico de Pedreira, um novo slogan é lançado - uma história para aprender e ser recontada.
De acordo com o Gestor, Curador e Supervisor Técnico, Adílson Spagiari, ao longo dessa trajetória, mais de 470 mil pessoas já visitaram a unidade museológica, e esse número aumenta dia a dia, e o público já conferiu mais de 150 exposições temporárias que procuram abordar temas locais, estaduais e nacionais, sobressaindo projetos como o Memória Pedreirense que tende a resgatar memórias e histórias registradas em antigos documentos e fotografias, ou mesmo em peças que representam a evolução de objetos, como rádios, máquinas de escrever, dentre outros.
Para os moradores locais o museu é um ponto de referência da história da cidade, no qual eles podem se reconhecer, se sentir integrantes dessa história contada e preservada na instituição e para os visitantes vindos de outros estados e países, o museu histórico é uma síntese que retrata em documentos, fotografias e peças históricas mais de cem anos da "Terra dos Pedros" e da "Capital da Porcelana".
O Museu Histórico de Pedreira está localizado na Praça Cel. João Pedro, 102, centro, com funcionamento de segunda à sexta, das 8h às 12h e das 13h às 17h e aos sábados e domingos, das 9h às 12h e das 13h às 17h, com entrada franca.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Exposição Memória 35 celebra o Jubileu de Coral do Museu Histórico de Pedreira




Exposição “Memória 35” celebra o Jubileu de Coral do Museu Histórico de Pedreira

De 17 de julho a 16 de agosto, o Museu Histórico “Beato José de Anchieta”, de Pedreira, realiza a Exposição “Memória 35: objeto testemunho” em comemoração ao aniversário de 35 anos – Jubileu de Coral - da instituição museológica.
Segundo, Adílson Spagiari, Gestor, Curador e Supervisor Técnico, a exposição exibe 35 peças selecionadas do acervo que retratam e simbolizam uma época, pois estão cheias de conteúdos, sintetizam uma cultura, refletem momentos vivenciados da história que estão guardados na memória dos moradores, pois são portadores de significados que adquirem um sentido quando colocadas em um contexto histórico e museológico e acompanham um processo de comunicação com os visitantes.
A pedra fundamental do Museu Histórico foi lançada em 1978, sendo inaugurado solenemente em 1980, tendo sido organizado pelo Padre Antonio Toloi Stafuzza a pedido do então prefeito Hygino Amadeu Bellix.
Durante essas três décadas e meia, o Museu Histórico já recebeu mais de 470 mil visitantes representados pelos estudantes das escolas de Pedreira, seus moradores e visitantes provenientes dos estados do Brasil e de vários países que anualmente visitam a instituição museológica, e já foi realizada mais de 150 exposições temporárias sob a curadoria de Adílson Spagiari, abordando temas locais, estaduais e nacionais.
Seu acervo histórico, entre as várias coleções possui identificação com legendas em três idiomas (português, inglês e espanhol).
Passados 35 anos de sua inauguração, destaca-se a importância da passagem de diversos diretores e funcionários que contribuíram e contribuem com seus conhecimentos para o bom andamento da instituição e que é uma das principais atrações turísticas da cidade.
Instalado inicialmente no prédio da antiga Estação da Mogiana de Estradas de Ferro, atualmente está localizado no antigo sobrado histórico de número 102 da Praça Cel. João Pedro, local que marca o início da vila de Pedreira no final do século XIX, construído por Manoel Joaquim da Silva Pinto, casado com Guilhermina Barreto, confeiteira, sendo que nessa época essa casa era um espaço privilegiado da cidade onde acontecia a recepção de autoridades, ficando a casa conhecida como o sobrado do Silva Pinto, visto que um de seus filhos, José da Silva Pinto, conhecido como Zeca Pinto foi farmacêutico e seu outro filho, Adolpho da Silva Pinto foi prefeito nomeado entre 1912 a 1917. Posteriormente foi residência do fazendeiro Clodomiro Franco de Andrade e abrigou várias entidades, tais como, Banco Segurança, Banco Popular e Agrícola de São Paulo, Rádio Clube, APAE, INSS, Fórum da Comarca, e residência do ex-prefeito Humberto Piva.
Atualmente seu acervo é constituído por fotografias, documentos, mobílias, peças da imigração italiana, de agricultura, ferrovia, comércio e indústria, educação, saúde, religião, cultura em geral, e o acervo de porcelanas, no piso superior que retrata a história do processo de fabricação da porcelana iniciado em 1911 pelos irmãos Rizzi tornando Pedreira conhecida como a “Capital da Porcelana”.

O Museu Histórico está localizado na Praça Cel. João Pedro, 102, centro, com funcionamento de segunda à sexta, das 8h às 12h e das 13h às 17h e aos sábados e domingos, das 9h às 12h e das 13h às 17h.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Museu de Pedreira expõe "1932: São Paulo e a Revolução Paulista"



Em homenagem aos 83 anos da Revolução Constitucionalista de 1932, o Museu Histórico e da Porcelana de Pedreira realiza de 1 a 12 de julho, sob a curadoria de Adílson Spagiari, Gestor, Curador e Supervisor Técnico, a Exposição “1392: São Paulo e a Revolução Paulista”.
Na exposição os visitantes terão a oportunidade de conferir diversas fotografias sobre o movimento que tinha a proposta de derrubar o governo provisório imposto por Getúlio Vargas a partir do golpe e 1930 e a promulgação de uma nova Constituição para o Brasil, além de fotos e documentos, em especial dos combatentes pedreirenses Edu Rossi e Arnaldo Rossi, cedidos especialmente pela família para a exposição.
O confronto começou em 9 de julho e foi até 4 de outubro e atingiu todo o Estado de São Paulo, e Pedreira devido a sua localização na Serra da Mantiqueira foi um dos últimos locais onde os soldados se estabeleceram e montaram suas trincheiras, pois no Morro do Cristo, ainda existem algumas valas que na época da revolução serviram de trincheiras e foram construídas pelos soldados, entre eles, Arnaldo Rossi, Edu Rossi e Guilherme Filipini Júnior, sendo que no local há um monumento em homenagem aos combatentes de Pedreira.

A exposição poderá ser conferida de segunda à sexta, das 8h às 12h e das 13h às 17h e aos sábados e domingos, das 9h às 12h e das 13h às 17h na Praça Cel. João Pedro, 102, centro, com entrada franca.